O preço Justo Veríssimo

Em vídeo durante a campanha para prefeito no último ano (tá rolando na fanpage do Amenidades.blog.br no Facebook), o agora prefeito Rafael Greca (PMN) prometeu que a passagem do transporte coletivo teria um preço justo. Passado o primeiro mês na cadeira, o choque toma conta de todos: a passagem de ônibus de Curitiba subiu para espantosos R$ 4,25, o mais alto preço entre as capitais do Brasil em um sistema que há um bom tempo deixou de ser o melhor do país para ser uma caricatura má acabada de si mesmo, sucumbindo a problemas como superlotação, sucateamento de frota e falta de planejamento.

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Confira a primeira edição do Banalidades – o Podcast do Amenidades

Este é o Banalidades, o novo podcast do Amenidades. Aqui, nós discutiremos conjuntura nacional. Neste primeiro capítulo, a imprevisível saga da crise que culminou, até o momento, no pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef. Participaram desta edição: Luiz Belmiro, Leonardo Bonassoli e Felipe, este de Uberlândia. Confiram:   Podcast: Reproduzir em uma nova janela […]

Questão indígena: quando o Brasil é goleado pela Bolívia

11_02_2016_00_24_43No último mês de janeiro, Dilma Rousseff vetou uma lei que permitiria o ensino bilíngue (português – línguas indígenas) em escolas e universidades do Brasil. O veto presidencial foi um duro golpe sofrido pelas comunidades, que penam para manter suas integridades territoriais e suas identidades culturais. Os primeiros habitantes do Brasil estão entre as pessoas mais vulneráveis aos desmandos da lei, do agronegócio exportador e da mineração. Não é nenhum exagero dizer que correm risco de extinção.

Semana passada, índios bloquearam uma estrada no Mato Grosso do Sul. O que não foi muito visto é a explicação: o agronegócio avançou para as terras tradicionalmente pertencentes a eles por meio de grilagem e uso de jagunços armados. Algumas aldeias já chegaram a ter processo de demarcação iniciado, mas que foi parado na Justiça em decisões a favor dos fazendeiros. Em outubro do ano passado, os Guaranis-Kayowás denunciaram em Brasília que mais de 300 índios morreram em conflitos por terra no estado.

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Um breve apanhado sobre a tradição golpista no Brasil

11_02_2016_00_24_43Nos últimos anos, com a radicalização do debate no Brasil, começaram as acusações de que um ou outro estaria tramando golpe de estado como o caso de um médico paranoico que em 2013 disse para meu espanto que estaríamos à beira de um golpe de esquerda, algo absurdo até porque temos um governo que sequer consegue/quer guinar à esquerda como quer ou acredita parte de seu eleitorado. Por outro lado, alguns grupos de direita defenderam abertamente um golpe mascarado sob o nome de “intervenção militar constitucional (sic)”, invocando um dispositivo que sequer existe dentro de artigos mal interpretados da Constituição.

São conjecturas absurdas e que não ocorrerão de jeito algum tão cedo, mas me fez pensar com meus botões e vai virar texto com uma interessante conclusão: da Independência ao Golpe Militar de 1964, a maioria absoluta e quase total das rupturas institucionais por meio da força, vulgo golpes, tiveram viés conservador ou reacionário, isto é, golpes no Brasil serviram para manutenção de status quo ou para frear mudanças sociais que pudessem tirar poder das classes governantes. Vamos a eles.

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Stop!

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I

– Valendo!

Vamos pensar num nome com a letra P… Paulo. Acho que vão de Pedro ou Paula. Animal… Hum! Pato. Cor… Vamos ver que cor que pode ser… Pink… não… é inglês, vão reclamar… Preto!

CEP… Cidade, estado, país… Porto ou Portugal… Pensa rápido! Porto, menos óbvio.

Caramba… Tá demorando demais, se eu bobear, não grito! MTV… Inventaram esse troço para colocar cantor ou banda… Pitty neles!

Caramba… Carro… vamos pensar… Perrari não hahahaaah… Pensa, seu idiota! Porsche! Agora só falta objeto… Ai.. bloqueio… O Fabrício tá muito confiante e vai gritar… Pelo menos a Juliana tá meio nervosa… Vamos lá… P… P… Rá. Pr…

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